Objetos Microscópicos Superpesados e Raios Cósmicos Ultraenergéticos
Milva Orsaria
Resumo
Os raios cósmicos de energias maiores que 1019 e V podem ser explicadas através de defeitos lopológicos pruduzidos nas atapas iniciaias do universo. Duas alternativas possíveis são colares formados por monopolos conectados por cordas, e vórtons os quais são laços estabilizados por correntes supercondutores. Os primeiros estão distribuídos uniformemente no universo; poderiam explicar os raios cósmicos por cima do tornozelo e sofrer um corte GZK transitório com uma subsequente recuperação esperando-se isotropia de observações. Os últimos estão concentrados no halo galáctico, requerendo uma contribuição extragalácia adicional entre o tornozelo e o corte GZK , além do qual produzem uma componente mais dura e produzem anisotropía relacionada á concentração da massa. Por outro lado, mostramos também que de acordo ao esquema de quebras espontâneas começando de uma teoria de grande unificação (GUT) com simetria E6 , é possível que uma partícula superpesada sem interações ordinárias seja fonte de raios cósmicos ultra-energéticos (UHECR) ou que um lépton não muito pesado se misture com o muon explicando a discrepância recentemente observada do momento magnético anómalo (MAM) deste último.
Dados da publicação
- Autores
- Milva Orsaria
- Tipo
- Dissertação de mestrado
- Status
- Defendida
- Data de publicação
- 20/03/2002
- Instituição
- CBPF
- Data de defesa
- 20/03/2002