Teorias de Yang-Mills: Uma Abordagem Emergente da Auto-Interação e a Questão da Massa para Bósons Vetoriais e Tensoriais
Felipe Almeida Gomes Ferreira
Resumo
Desde a sua concepção, as teorias de Yang-Mills foram adotadas para descrever os processos fenomenológicos mais fundamentais da Natureza. Podem ser usadas para a formulação de teorias de gauge para campos mediadores não-massivos, tanto de spin-1 quanto de spin-2 ou, até mesmo, de spin-3/2. Para reduzir o alcance das interações de gauge, é necessário que os bósons de gauge adquiram massa, o que pode ser realizado através da quebra espontânea de simetria. Neste trabalho, desenvolvemos a teoria de Yang-Mills como uma teoria de auto-interação dos bósons de gauge de forma consistente com os aspectos fundamentais da unitariedade e da renormalizabilidade, onde as simetrias naturais das interações de gauge emergem da geometria do espaço-tempo através de seu correspondente grupo de simetria e suas representações irredutíveis de dimensão finita. Estudamos como os bósons de gauge adquirem massa através da quebra espontânea de simetria de gauge, tanto para o setor de spin-1 quanto para o setor de spin-2, onde analisamos se um mecanismo equivalente ao de Brout-Englert-Higgs pode ser aplicado à gravitação para gerar uma teoria de campos de spin-2 massiva, sem afetar a unitariedade do modelo.
Dados da publicação
- Autores
- Felipe Almeida Gomes Ferreira
- Tipo
- Dissertação de mestrado
- Status
- Defendida
- Data de publicação
- 10/05/2013
- Área
- Física Teórica de Altas Energias
- Instituição
- CBPF
- Data de defesa
- 10/05/2013